19 de fevereiro de 2009

Tão amigos que nós somos

Luís Amado não quis que a resolução do parlamento europeu sobre os voos da CIA, fizesse referência a declarações suas sobre o envolvimento do governo de Durão Barroso. O ministro dos passeios para o estrangeiro afirmou aquilo só porque lhe convinha naquela altura e convinha ao PS, como forma de eleitoralismo. Quando o PS ganhou as eleições, a ética na política deixou de existir. É tão bonita a coerência.

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