5 de dezembro de 2009

Juizinho

Meus caros leitores, comportem-se ou levarão com o cacete. O nosso 1.º não referiu a arma, mas teve vontade de dizer cacete (se não fosse suficiente, pedia o malho ao ministro malhador). A referência à política de fechadura revela o nosso relativo 1.º como um imaginativo criador de metáforas: estava a referir-se à espionagem política do ministro espião. A partir de agora, sempre que se quiserem referir a espionagem política, digam política de fechadura (ou na 2.ª versão, buraco da fechadura). Podem também usar o vocábulo (esta palavra parece um purismo, dada a quantidade de palavras ou expressões próprias de uma tasca que o homem utiliza) coscuvilhice.

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