5 de abril de 2009

Bacoradas e calinadas que nós pagamos

A saga continua. Lidres - foi como a Cecília do Carmo disse no jornal da RTP 2, às 10 da noite, quarta e quinta e deve ter batido o recorde de maor número de repetições em menos tempo; o singular deve ser lidre. Espece - esta é boa e a palavra desconhecida. O escritor/intelectual Rodrigues dos Santos diz prezdente, porque a dicção dele é fantástica. A Dina Aguiar e o Jorge Esteves dizem inconciente e conciência: comem o esse. Por agora acabaram as calinadas da dicção. O António Esteves Martins na reportagem em Praga sobre o conselho europeu com o ministro da colecta de impostos. Diz o jornalista no texto da reportagem, que o governo tuga quer, eventualmente, gastar mais dinheiro em ano eleitoral e vai ser difícil; porque baixou a colecta de impostos. O jornalista parece que está com medo que o governo não possa gastar mais dinheiro do que queria. Manuela Ferreira Leite esqueceu o discurso das promessas eleitorais para atacar o governo directamente: foi isto que disse o jornalista João Ricardo de Vasconcelos na frase de conclusão da reportagem. Como se o jornalista fizesse comentário/análise política. Estas são as bacoradas que levam o Pacheco Pereira a escrever o índice do situacionismo - se não é, parece.

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