31 de março de 2009

Comentador, analisador e tudo o que mexe

O ministro do traulito já comentou as declarações do presidente do sindicato dos magistrados do ministério público, acerca das pressões, devido ao caso fripór. O censor-mor comenta tudo o que mexe. Ele devia mudar de profissão, deixar de ser ministro e passar a comentador/analista. Mas corresponde ao que ele efectua no programa da TVI24, onde é comentador. Ele tem de defender o querido líder, a todo o custo. Se fosse no tempo em que o Santana foi primeiro-ministro e um ministro do governo tivesse feito o mesmo, o que já tinham dito e escrito a censurar e criticar essa postura.

Cloaca? O que é isso?

A SIC deu a notícia, hoje à hora do almoço, que a aldeia de Ruivós, no Sabugal, já tem internet sem fios. Nada do outro mundo. Certo? Errado. A aldeia não tem rede de esgotos. Digamos que as prioridades correspondem ao que o governo quer: um país tecnológicamente avançado. Esgotos? Isso não é fino nem chique; ter internet sem fios é que é. Assim se vê um país "desenvolvido", "progressista" e "moderno".
P.S.: foi a junta de freguesia que pagou 2 mil euros pela instalação da internet sem fios.

30 de março de 2009

Treinador de bancada

Carlos Queiroz é o treinador principal da selecção de futebol. Pelas atitudes que tem no banco, parece um adepto que está na bancada do estádio. Até põe as mãos na cara, quando a equipa sofre um golo ou falha uma jogada no ataque que podia dar golo.

Ver Braga por um canudo

Os deputados do PS andam no distrito de Braga, em jornadas Parlamentares. Vão visitar várias empresas do distrito, para fingir que têm preocupações sociais.

Bacoradas que nós pagamos

Lawrence das Arábias - é o novo nome do filme, segundo o jornalista da rêtêpê Porto, no jornal da tarde de hoje, na notícia da morte do compositor francês Maurice Jarre.

Plano tecnológico vai de vento em popa

Dizem que é uma tecnologia única no mundo: é tão única que funciona avariada. Os equipamentos de produção de electricidade a partir das ondas do mar estão avariados desde dezembro.

29 de março de 2009

Opereta lusitana

O nosso primeiro anda muito intelectual. Parece que ontem foi à ópera. O único problema foi ter sido vaiado, por, pasme-se, ter chegado atrasado. Mas justificou-se logo, afirmando que a culpa era do primeiro-ministro de Cabo Verde. Claro que a culpa não é dele; como bom português que é, a culpa é sempre dos outros. Ele só quis ser bom anfitrião, ao esperar pelo primeiro-ministro cabo-verdiano.

27 de março de 2009

Hoje, grande estreia de uma peça de teatro

Chama-se Rometa e Julieu, de Chico Esperto, uma tragicomédia dramática em 3 actos. Estreia hoje no Teatro Caveira Vesga. É uma história de amor entre dois fulanos que adoram, demasiado, o mesmo objecto: um tem a reciprocidade do seu amor, o outro quer ganhar essa reciprocidade. Mas as reviravoltas erótico-amorosas são tantas, que a obra-prima já se transformou numa novela mexicana de mui baixa qualidade.

26 de março de 2009

A candonga dos magalhães

Noticia o jornal Sol, hoje, que os computadores magalhães podem estar a ser vendidos no mercado negro. Chama-se a isto desenrascanço à potuguesa. Os computadores não servem para nada lá em casa e os pais ainda conseguem algum bago extra.

Fodidos

Viram a notícia do Jornal da Noite da SIC, ontem, dizendo que Portugal está à beira da falência? Pois é, estamos fodidos. Com a pandilha que está no governo, a "apostar" nas grandes obras públicas, "alguém" vai pagar no futuro: se os privados entrarem num negócio, é para ganharem pilim; se o negócio não der lucro, alguém vai ter de pagar. Quem? Nós, claro, através do estado. É preciso narta para financiar os projectos, que vem dos empréstimos pedidos ao estrangeiro. Com isto, a nossa dívida externa já vai em 100%. Ainda acreditam naquelas coisas que estão no governo? Na "bondade" dos investimentos em tgv's, auto-estradas e aeroporto de Lisboa? E depois a Manuela Ferreira Leite é que era a maluca.

25 de março de 2009

Cumprir ou não cumprir a lei

Segundo o ministro acelera, é necessário as empresas cumprirem todas as leis para poderem ser consideradas pin. Foi mesmo para cumprir as leis que foi inventado o conceito pin. A fábrica da Pescanova vai ser construída em área de Rede Natura 2000 e, portanto, cumpre as leis ambientais, principalmente a lei de protecção da Rede Natura 2000. Mas como foi o estado a não fazer cumprir a lei, não se passa nada.

Sornas a mais, atenção a menos

A sala das sessões do parlamento tuga (mais conhecido por circo) voltará a ser utilizada a partir de hoje. A coqueluche é uma luz anti-sornas; não sei quem teve a brilhante ideia, mas seria mais importante uma luz a avisar contra os discursos enfadonhos (conhecidos por secas): aparecia a luz e os deputados saíriam da sala. Os parlamentares não aturariam os discursos, que é o provocante do sono.

Eu, tolo e lunático, me confesso

Sou passado dos carretos e não acredito em nada do que os governantes tugas dizem. O problema são as palavras utilizadas por ministros do calibre do acelera da economia. Como é possível um ministro de um país "desenvolvido" utilizar expressões daquelas? Em Portugal tudo é possível, como se tem visto e ouvido.

24 de março de 2009

Fantástico, Aicep!

Noticiou a SIC que a Aicep chumbou dois projectos para parques de diversões por serem... dois. Iam só criar 12 mil postos de trabalho. Devem ter pensado que eram demasiados empregos.

Por favor, comprem painéis solares

Foi assim que o querido líder implorou para que as pessoas comprem "painéis solares". Vá lá, façam a vontadinha ao manda-chuva, antes que ele se ponha de joelhos e comece a chorar por ninguém comprar os tais painéis.

22 de março de 2009

Lá ganhámos aquilo ontem

O jogo da final da taça da liga foi péssimo. A única coisa boa foi o Benfica ter ganho. Os comentadores da Sic foram um nojo do caralho. O Derlei só fez faltas. O árbitro foi o pior em campo, mas já era esperado, quando se soube o escolhido; ele faz sempre aquilo: é um especialista a usar a lei das compensações, quando sabe que se engana nas faltas marcadas (ou não) e nos cartões mostrados (ou não).

20 de março de 2009

Uma eliminatória para me dar alegrias

O sorteio da Liga dos Campeões (devia dizer Champions que é mais cosmopolita) deu um Manchester United-Fêqêpê. Se o FQP não ganhar a eliminatória, o Manuel Queiroz não vai perceber como isso aconteceu: acontecerá como quando perderem 4-0 com o Arsenal em Londres e o Manuel Queiroz não percebeu o porquê.

Ostara, festival pagão da Primavera

Enquanto nós ficamo-nos pelo início da Primavera, os celtas festejam o Ostara. É uma época de grande fertilidade, de novo crescimento e de animais recém-nascidos. Inicia-se o ciclo terreno da fertilidade vegetal e animal; celebra-se o tempo da sementeira e da preparação dos presentes do Verão. O dia e a noite ficam em equilíbrio perfeito, com a luz a aumentar. Usam-se flores primaveris para as decorações. Neste festival, o jovem Deus do Sol celebra uma hierogamia com a jovem Deusa Donzela, que concebe. E eu tenho sorte em estar a escrever esta mensagem, porque se a azai tivesse aparecido na festa, a esta hora estávamos todos presos, por não cumprimento das regras de segurança alimentar.
A palavra Ostara tem origem no antigo alto alemão; também se chama Eostre, palavra do anglo-saxão.
Na imagem está a deusa Ostara, do artista Johannes Gehrts, de 1884.

19 de março de 2009

O melhor pai do mundo

Paridade à maneira machista

Anda a passar nas têvês um anúncio sobre as comemorações do centenário da república. Diz a voz feminina que o acompanha, que é preciso reconhecer as mulheres na política. Foi para isso que criaram a lei da paridade: segundo o dicionário, paridade significa aquilo que é igual. De facto, 33% é igual à percentagem que sobra para os homens ocuparem.

Rendas pagas... mais tarde

O chefão anunciou, ontem no circo, que o estado vai apoiar o pagamento das rendas das casas a pessoas que precisam. O melhor disto é que não passa de um adiamento do pagamento. Belo negócio... para os bancos: estes têm um problema de crédito malparado.

18 de março de 2009

Chorrilho das calinadas e bacoradas pagas por nós

Aqui fica mais um rol de asneiras pagas por nós: - ao sida: como se a palavra fosse masculina. Passou na reportagem da visita do papa a África. - aumento do cumprimento das penas: não sabia que a medida de distâncias se escrevia com u. Foi uma ligeira falha de pronúncia do "escritor" José Rodrigues dos Santos. Estas duas aconteceram nas "notícias" ao jantar, ontem. - Os incêndios lavram: isto é, os incêndios praticam agricultura. Esta é geral. - O clássico entre os dois grandes de Lisboa, afinal, é da taça da liga: como se os burros da redacção da rêtêpê do Porto não soubessem que o jogo era a final da taça da liga, antes de hoje. Esta foi nas "notícias", hoje ao almoço. - O clube tem uma série de palmarés: hoje, no Portugal em Directo, da jornalista Cristina Lis. Eu não sabia que existiam séries de palmarés.

17 de março de 2009

"Vaga" de calor

Regressou a conversa das ondas de calor. As saudades que eu já tinha. Lembro-me de em Fevereiro de 1994 estar calor como está agora em Março. Na época não se falava em ondas de calor nem em allterações climáticas; nem ninguém dizia que era estranho o calor.

À última da hora

Se a Clara Ferreira Alves fala assim, quem sou eu para a contrariar?

Na fossa

Andei em depressão profunda até hoje, com a derrota do Benfica. Ninguém esperava tal coisa, depois das exibições deprimentes dos últimos jogos. Só não sei como o Benfica ganhou as últimas partidas a jogar tão mal. A jogar daquela maneira vamos subir para o 4.º ou 5.º lugares. A depressão foi tão forte que afectou o computador e andei estes dias sem internet.

13 de março de 2009

Um futuro padeiro

Os nossos representantes no circo querem controlar a quantidade de sal que os alimentos contêm. A partir de agora vou passar a produzir pão em casa, para pôr a quantidade de sal que eu quiser. Isto enquanto a azai não tiver competências para entrar nas nossas casas e fiscalizar o que nós comemos, incluindo a quantidade de sal e de calorias. Quando isso suceder entrarei na clandestinidade.

Lutar pelos meus direitos

É o que eu vou fazer. Eu também luto pelos meus direitos: só não sei quais são, mas os manifestantes também não sabem. Podiam pedir ajuda aos Homens da Luta, para lhes indicarem novos objectivos para as manifestações; por exemplo, pedirem uma Reforma Agrária Urbana. Estão os leitores destas parvoíces a questionarem-se o que é isto: é um conceito semelhante à auto-estrada do litoral interior. Nada disto faz sentido, mas os manifestantes de hoje são quase todos da função pública: significa que quem se manifesta tem o emprego garantido para vida; só que não lhes chega e querem mais. Uma greve/manifestação só com desempregados ou trabalhadores precários não organizam eles.

À rasca com falta de papel

Na lista dos mais ricos do mundo, quase todos "perderam" dinheiro e ficaram mesmo à rasca. Eu tenho muita pena deles; são uns coitadinhos.

12 de março de 2009

Mortos-vivos nas eleições

Anda por aí uma notícia dizendo que os cadernos eleitorais têm mais eleitores do que Portugal tem população. Isto significa que o simplex funciona bem e o plano tecnológico não pára de nos surpreender, pelo avanço que demonstra. O único problema foi enganarem-se na base de dados: os cadernos eleitorais parecem-se mais com os registos dos óbitos das paróquias.

Enfrentar de trás

O ministro da colecta de impostos afirmou que é preciso «enfrentar de frente»(sic) a crise. Mas parece que o governo podia enfrentar de trás; talvez resulte melhor: como de frente não vamos lá, devíamos usar a estratégia do caranguejo.

O porteiro, o capataz e o latifundiário

O presidente da Angola veio visitar o quintal dos fundos. Na entrada estava o porteiro Zézito e a controlar a labuta o capataz Aníbal. O latifundiário veio perceber como vão as coisas na horta tecnológica e o que é necessário fazer para melhorar a produção. O capataz pediu mais narta para os vícios da granja e o porteiro assinou um novo contrato de trabalho com boas condições para o patrão. Concluindo, o quintal está moribundo, pronto para a cremação, sendo depois enterrado no jazigo da família.

Usurários à moda socialista

O estado vai impôr um limite máximo aos juros que os bancos e sociedades financeiras podem cobrar aos clientes: chamou-lhe usura. Está a fazer como a igreja católica na Idade Média: condena os juros altos, que na época eram praticados pelos judeus e proibidos aos católicos. Com esta decisão, o estado está a dizer ao povinho para que façam as asneiras que quiserem, que o estado está cá para vos desresponsabilizar. É o estado armado em moralista de meia tigela.

11 de março de 2009

Alguém vai queimar-se

O nosso primeiro não está para ter a maçada de descer do pedestal por onde vai borboleteando e meter-se no meio do combate de luta livre entre a nulidade da câmara de Lisboa e o ministro das bófias. Não é mediático e como o querido líder não é primeiro-ministro, não tem nada que ver com o assunto. Enquanto isso, o ministro vai cozendo em lume brando, até sair do governo voluntariamente obrigado.

Jogar na terceira pessoa

O facto do jogador com a crista de galo na cabeça ter falado na terceira pessoa sobre ele próprio, contagiou a equipa, que também jogou na 3.ª pessoa: pareciam uns fantasmas em campo. Falar na 3.ª pessoa não podia resultar. Mas agora já temos a vingança da derrota com o Celta de Vigo.

10 de março de 2009

Finalmente!

Medina Carreira é o criador da "campanha negra" contra o querido líder. Depois da entrevista de ontem ao Mário Crespo, na SIC, não restam dúvidas disso. Quanto ao resto, mostra o estado a que esta piolheira chegou.

Apelo aos políticos portugueses

Imitem o primeiro-ministro da Polónia: vão jogar à bola com os amigos e faltem ao parlamento. Com o nível do debate, por culpa dos próprios políticos, não se justifica ir ao hemiciclo.

9 de março de 2009

Apoiem os Homens da Luta!

Os Homens da Luta, Neto e Falâncio, anunciaram que vão concorrer à Câmara Municipal de Lisboa. A primeira medida é uma Reforma Agrária para a cidade.

Bacoradas que nós pagamos (4)

Hoje, no texto de apresentação da notícia do tiroteio nas Olaias, o jornalista disse que as Olaias ficam no centro de Lisboa: por acaso, eu não sabia que as placas indicativas do centro de Lisboa vão dar às Olaias. Na notícia do mau tempo, há cerca de uma semana, no texto de apresentação, disseram que houve mau tempo na zona de Lisboa - na reportagem só deram problemas na cidade de Lisboa e nada fora do concelho. Quando foram as cheias em Sacavém, disseram «em Lisboa»: significa isto que foi no concelho de Lisboa; que eu saiba, Sacavém é uma freguesia do concelho de Loures. Há cerca de um mês, com o mau tempo, disseram «Dafundo, no concelho de Lisboa»: pensava eu que o Dafundo era uma freguesia do concelho de Oeiras. Isto tudo durante as "notícias" à hora do almoço, na RTP. Ao jantar isto já não sucede; vá lá saber-se porquê.

8 de março de 2009

Férias em Março!

Soa por aí que vai haver uma excursão da brigada do reumático a Cabo Verde: vão 9 ministros em 16. Talvez para alguns dos que vão seja a última oportunidade para se manterem no cargo; para os outros é a viagem de despedida.

7 de março de 2009

Acourdu órtugraficu, verção magalhães

Eo çer henssinadu pêlu magalhães computadore. computadore magalhães trabálhu só dá ao guverno. Hagóra ção a kalinadas. Pêlu tipo dasneira, aquílo ter çidu eskritu pêla Margarida Moreira da dren. Perdoheme us herrus de purttoguez; não çei melhore.

Empurra!

O ministro acelera fez duas viagens ao estrangeiro no Falcon da Força Aérea e não pagou. Mas o ministro diz que o pagamento não é com ele, porque foi convidado pelo presidente da Aicep (na época Api): foi convidado porque o ministro não é o superior hierárquico do presidente da Api. Basílio Horta diz que não é com ele, mas com o secretário-geral da Aicep, como se Horta não fosse o chefe do secretário-geral da Aicep. Portanto, ninguém tem nada que ver com nada e vão empurrando a culpa para o elo mais fraco.

6 de março de 2009

Insegurança? Onde?

Hoje de manhã houve um debate sobre insegurança, outra vez no circo. Deixo aqui uma ideia ao ministro da "pasta": ele que pegue no seu colega trauliteiro e o ponha a malhar no crime.

Como subir o nível do debate político

Ontem, no circo, houve insultos entre dois palhaços, perdão, deputados. Aquilo parece falta de pachacha ou, pelo menos, de canholas, para aliviar o stress. Mas já que queriam ir lá fora resolver o assunto à batatada, umas aulas de boxe com Nuno Morais Sarmento não era mal pensado. Também se inspiraram no Charles Bronson no filme O Lutador de Rua de Walter Hill, de 1975.

5 de março de 2009

Evolucionismo à Professor Marcelo

Andava por aí uma petição a pedir que Marcelo Rebelo de Sousa aceitasse ser cabeça de lista do PSD às eleições europeias. Parece que Cristo já desceu à terra e talvez se chame Vital Moreira. Marcelo agora não diz que não é candidato a nenhum cargo. Só afirmou que «Não estou para aí virado. Sempre fui muito mais uma pessoa de tarefas executivas.» Dizer que prefere executar alguma coisa, é uma evolução interessante. Significa o quê? Que Cristo primeiro desceu à terra e a seguir subirá ao céu, levando Ferreira Leite. Talvez Rebelo de Sousa agora já queira o lugar da Manela: ser primeiro-ministro é o único cargo executivo que há.

4 de março de 2009

Ventaneira de pôr os cabelos em pé

O Instituto de Metreologia esqueceu-se de lançar um alerta laranja ou vermelho devido ao vento forte que se faz sentir. Não é possível as pessoas saírem e terem um penteado de jeito com o Éolo tão zangado. A metreologia olvidou que existe uma minoria ligada às trunfas bem penteadas. Também são gente.

Acelerar sem travões

O ministro acelera apelou aos empresários alemães para investirem em Portugal, nas energias renováveis. Os tedescos responderam que só investem se o ministro fizer uma demonstração dos seus dotes automobilísticos, numa auto-estrada portuguesa, sem ser apanhado pela bófia.

Uma sorte do outro mundo

Há bocado, a RTP deu a "notícia" sobre uma mulher que foi tapada com um lençol, num hospital, onde estava escrito «Lá vai morto». Se calhar, a mulher tinha morrido se o lençol não tivesse nada escrito.

3 de março de 2009

Burrocracia tuga

Na apresentação do simplex para 2009, o querido líder disse que a burocracia é como uma roda quadrada, que tem de ser empurrada constantemente senão empanca. Gostei da metáfora: está muito literária e a puxar para o intelectual. Deve ter-se inspirado em Aquilino Ribeiro ao usar a palavra empancar. Ou então são os resquícios de um homem de província.

Dormir com fruta

No julgamento do caso do envelope, será que dentro do envelope estava fruta para dormir? Este tipo de fruta abre todo um vasto leque de oportunidades para especular sobre fetichismo. Fruta para dormir deve ser um novo tipo de fetiche: usar frutas debaixo da almofada não deve ser grande coisa; mas junto a um corpo nu já é outra... fruta.

1 de março de 2009

A máquina trituradora

Carlos Magno classificou assim Vital Moreira, na RTP, relativamente às campanhas eleitorais. Deu como exemplo o prós e contras sobre o aborto, em que Vital Moreira confrontou-se com Aguiar Branco e ganhou, segundo Carlos Magno. Este é uma sumidade em comentário político, como se ouviu pelos comentários/análises/resumos que fez do congresso do PS e completamente isento.

Bacoradas que nós pagamos (2)

Hoje, no jornal da tarde da RTP, no texto de anúncio da reportagem sobre o jogo Porto-Sporting, a jornalista disse que a partida de ontem foi o último clássico da época. A final da taça da liga não é um Benfica-Sporting. Eu sei que a taça da liga não interessa a ninguém, mas não é preciso abusar.