16 de abril de 2009

6 dias depois...

Andei este tempo todo sem net. Não sei quanto tempo isto vai durar - hoje sei que funciona; amanhã logo se vê. Parece que fui censurado pela empresa azul-turquesa.

9 de abril de 2009

Esclarecimento

Perguntam vós porque uso eu azai ou fripór? Porque não faço publicidade enganosa.

3+3=6

Este mês já vou com 6 dias sem ter net. Já começa a irritar. Tenho os pagamentos em dia, não sei o que se passa: ou o serviço não é bom, ou então o equipamento made in China é de primeira.

As leis da física segundo o fêquêpê - 1.ª lei

O futebol é uma variante da luta livre.

5 de abril de 2009

A Sra. Pressão

Parece que ninguém sabe quem é, nem a conhecem de lado nenhum. O sr. Lopes da Mota é o representante português no Eurojust e tornou-se o elo de ligação (é mais correcto chamar elo perdido) entre os investigadores do caso fripór e o governo. Se houver alguém para queimar que seja o elo mais fraco da coisa, no caso o tal sr. Mota; é melhor que ser um membro do governo. Além disso, ficou conhecido por ser o suspeito de ter passado as informações que originaram a fuga da dona de Felgueiras para o Brasil. Portanto, já tem experiência em fugas airosas (a dele foi para o Eurojust). Vamos esperar pela próxima "fuga" dele.

Bacoradas e calinadas que nós pagamos

A saga continua. Lidres - foi como a Cecília do Carmo disse no jornal da RTP 2, às 10 da noite, quarta e quinta e deve ter batido o recorde de maor número de repetições em menos tempo; o singular deve ser lidre. Espece - esta é boa e a palavra desconhecida. O escritor/intelectual Rodrigues dos Santos diz prezdente, porque a dicção dele é fantástica. A Dina Aguiar e o Jorge Esteves dizem inconciente e conciência: comem o esse. Por agora acabaram as calinadas da dicção. O António Esteves Martins na reportagem em Praga sobre o conselho europeu com o ministro da colecta de impostos. Diz o jornalista no texto da reportagem, que o governo tuga quer, eventualmente, gastar mais dinheiro em ano eleitoral e vai ser difícil; porque baixou a colecta de impostos. O jornalista parece que está com medo que o governo não possa gastar mais dinheiro do que queria. Manuela Ferreira Leite esqueceu o discurso das promessas eleitorais para atacar o governo directamente: foi isto que disse o jornalista João Ricardo de Vasconcelos na frase de conclusão da reportagem. Como se o jornalista fizesse comentário/análise política. Estas são as bacoradas que levam o Pacheco Pereira a escrever o índice do situacionismo - se não é, parece.

3-0

Perguntam vós porque razão nos últimos 3 dias não houve mensagens. Porque não tive acesso à net. A empresa azul-turquesa só me lixa e eu já estou farto de aturar aquilo. Pelo que eu percebo da coisa, este mês vai ser todo assim: vários dias sem net, intercalados com outros em que há acesso. Nas outras vezes em que não actualizei o blogue foi por não ter tido net.

1 de abril de 2009

Uma pornochachada

No Reino Unido, o cargo da ministra do interior está em risco. Tudo porque o marido gastou dinheiro do estado para comprar pornografia. Em Portugal, se acontecesse algo semelhante, o prevaricador ainda era condecorado no 10 de Junho.

Ganhar a vida

Domingos Névoa foi nomeado presidente de uma empresa intermunicipal (pública) do distrito de Braga. Deve ter sido uma recompensa pelos bons serviços prestados à Santa Corrupção. Depois do Mesquita Machado, isto vai a andar bem lá para os lados de Braga.

Toda a gente é como o Isaltino

Isaltino Morais disse em tribunal que nunca procurou esconder nada, senão tinha levantado o dinheiro: foi para não esconder nada que o dinheiro foi depositado na Suíça. É o primeiro sítio onde as autoridades vão procurar, quando começam a investigar, não é em contas em Portugal. Também disse que fez o que toda a gente fazia: "toda a gente" tem contas na Suíça; e "toda a gente" depositava as sobras do dinheiro das campanhas eleitorais nessas contas na Suíça.