10 de fevereiro de 2009

Uma vacaria na selecção

«Se tivermos uma vaca e lhe estivermos sempre a tirar leite sem que ninguém dê de comer e de beber, o leite seca e a vaca morre.» Carlos Queiroz fez uma metáfora bovina, relacionando a selecção com as vacas leiteiras. Não a entendi e continuo a não perceber. Se Portugal perder amanhã com a Finlândia a culpa é da vaca? Ou dos tratadores anteriores do bicho? De Queiroz não será de certeza. A federação podia aproveitar e pôr uma vaca a pastar no estádio do jogo de amanhã. P.S.: A etiqueta desta mensagem adapta-se bem a esta "ideia" do Queiroz: acabou alienado.

Ricaços à medida das eleições

Segundo o nosso primeiro, os ricos em Portugal são os que ganham mais dinheiro (através das contas do fisco), num trabalho por conta de outrem. Tirando o Belmiro e quejandos, os outros se vivessem na Alemanha, por exemplo, eram remediados. A medida para saber quem é rico só existe na cabeça do nosso primeiro. Deve mais uma invenção, como o magalhães, a sair daquela cabeça vazia.

9 de fevereiro de 2009

Os árbitros são uma maravilha!

Após o jogo de ontem, mais uma ajudinha do árbitro aos animais. O Benfica já vai em 3-0, depois de ter sido prejudicado nos jogos com o V. Setúbal e o Nac. Madeira. São menos 6 pontos e a liderança isolada do campeonato. A única alegria foi dada pelo Sp. Braga, ao ganhar na casa de banho.

6 de fevereiro de 2009

Futuros cordeiros

Já foi aprovado o chip para as matrículas dos carros, para sermos controlados - dizem que não, mas a tentação vai ser muita. A seguir vão inventar um chip para nós, os portugueses, usarmos. Acabaremos como na foto.

Malhadas

Eu cá gosto é de malhar no nosso primeiro, no ministro censor, no governo em geral. Parafraseando Basílio Horta, já não sei o que hei-de fazer mais para que eles se calem; por enquanto a única coisa é malhar neles. Segundo o sr. Lello, os militantes do PS que criticam não têm iniciativa. Tenho sorte em não o ser, porque já estaria a ser... malhado. Percebi agora porque o propagandista do governo usou o verbo malhar: porque malhada também significa conluio ou trama, o que signifca que este discurso é coerente com a urdidura do ministro clone e com a campanha negra.

5 de fevereiro de 2009

Negrume vem do interior do PS

Edmundo Pedro disse que há quem não se pronuncie no PS porque tem medo. Foi numa reunião na sede do PS, no Largo do Rato. E agora o sr. Santos Silva não fala em campanha negra? Ou é uma campanha vinda de fora com um infiltrado interno? No fim, acaba por ser uma campanha vermelha contra a campanha cor-de-rosa.

4 de fevereiro de 2009

A vida de cão de um aluno em Portugal

Vinha um dia destes no jornal, que um aluno mordeu a professora no braço. Parece que o aluno conseguiu morder o braço através de uma camisola de lã e de um casaco de cabedal. Só mostra que não tem problemas dentários, como por aí andam sempre a apregoar. Demonstra que o cão é um exemplo de comportamento para crianças.

3 de fevereiro de 2009

Graxa da melhor qualidade

Viram ontem o Prós e Contras na RTP? Eu não, claro. Não tenho pachorra para ver programas daqueles. Segundo os relatos dos blogues, o programa serviu para uma lavagem com lixívia do caso Fripór e do nosso manda-chuva (esta vem mesmo a calhar, com a água que por aí vai caindo). O problema é nós pagarmos para termos uma merda daquelas na têvê de "serviço público".

2 de fevereiro de 2009

Democracia à comunista

O chefe da Venezuela quer ser presidente durante mais 50 anos. Mas como é muito democrata, realiza um referendo para aprovar aquela ideia. Cá, também há quem pense o mesmo que Chavez, mas não o admite. A democracia é uma coisa chata.

1 de fevereiro de 2009

Negrume a rodos, vindo de satanás

Depois de ser contra o Sócrates, a campanha negra é contra o PS de Almada. O ministro censor está em grande a dar vida ao demo. Mas ele tem um problema que se resolvia facilmente: se ele vê tudo negro, basta acender a luz. Agora a sério, se calhar precisa de ir a um padre fazer um exorcismo para limpar o negrume do PS. Por outro lado, mostra pouca originalidade: está sempre a usar a mesma expressão. E no caso desta, é uma variante de poderes negros, a primeira expressão usada por Sócrates.