31 de dezembro de 2008

Engripados e outros doentes

Perguntai vós porque não há mensagens no blogue nos últimos dias. Porque fui apanhado pela gripe e acabei no hospital. O que havia de ser? Além de também ter sido agarrado pela histeria jornalística com a influenza, o que só fez aumentar mais o número de pessoas "influenziadas". Quando voltava para casa, fiquei engatado num engarrafamento ali para os lados de Belém, devido aos jornalistas que lá estavam para ouvir Cavaco Silva dizer o mesmo que no verão; só não foi tão hermético, juridicamente falando (isto hoje está a sair com um português refinado - mais uma).
Votos para o ano novo: fujam da gripe e também dos políticos, claro. São uma classe (palavra muito em voga) que parece ter peçonha.

28 de dezembro de 2008

Vamos lá efectuar uma experiência

O caso da Escola do Cerco foi mesmo uma brincadeira. Aquilo foi uma experiência para perceber as reacções da professora a uma situação violenta. Não era uma aula de psicologia? Vós não percebeis nada do assunto. Naquele caso, foi uma aula prática; andam sempre a dizer que o ensino em Portugal é muito teórico e quando surge alguém a fazer um esforço para existirem aulas práticas, todos criticam.

26 de dezembro de 2008

O ridículo há-de matar

A mensagem de Natal do nosso primeiro atingiu novos níveis de ridículo. Se este pagasse imposto, o défice há muito tinha desaparecido das preocupações do governo. Só falta Sócrates dizer que foi ele que inventou a roda.

24 de dezembro de 2008

Feliz Natal!

Dia de juntar a famelga e encher o bandulho. Cuidado com o colesterol, mas podem abusar dos doces: é só hoje, para alegrar e esquecer a crise.

23 de dezembro de 2008

Confusões? Ou nem por isso?

O novo museu dos coches está a ser preparado pelo ministério da economia. Afinal, o ministro da cultura não existe mesmo. Manuel Pinho também não existe como ministro da economia e passou para a cultura, que estava disponível desde que Pinto Ribeiro entrou para ministro. Agora só falta arranjar uma ocupação no governo para o ministro da cultura.

21 de dezembro de 2008

Celebrem o Yule!

O solstício de inverno também é conhecido como Yule, uma palavra do escandinavo antigo que significa roda. Esta festa celebra a passagem da escuridão para a luz, estando por isso relacionada com o sol. Stonehenge é o local mais famoso onde se celebram estas antigas festividades pagãs.

19 de dezembro de 2008

Prendas natalícias

Cavaco Silva - fato completo de palhaço (incluindo as pinturas), para se tornar menos rígido.
José Sócrates - colecção completa do Noddy, em livro e dvd, para ter mais ideias fantasiosas.
Manuela Ferreira Leite - uma buzina para marcar o início de alguma ironia para avisar os mais incautos ou distraídos, mas também serve para a fazer calar.
Teixeira dos Santos - colecção do Tio Patinhas, para aprender a arranjar dinheiro e não o gastar à parva.
Santana Lopes - um puzzle da cidade de Lisboa, para brincar à vontade e não fazer estragos reais.
Vieira da Silva - uma lâmpada de Aladino, só com um desejo incluído: diminuição do desemprego para 0%.
Augusto Santos Silva - lápis de cor azul, para ficar abastecido e fazer censura à vontade, sem medo que acabem os lápis.
Manuel Pinho - carrinhos para brincar no quarto e não pôr ninguém em perigo com a velocidade a mais.

17 de dezembro de 2008

Entusiasmante, meu!

A candidatura de Santana à câmara de Lisboa vai ser, de facto, entusiasmante, mas para os humoristas. Será o regresso do pagode. Já tinha saudades. E agora, juntar Santana a António Costa, que não fez nada de jeito, com o apoio do Sá Fernandes, a partir de janeiro vamos ter paródia em triplicado. A RTP já começou a atacar, ao dar a reacção de Costa, como se ele fosse um comentador político; Costa não tem mesmo mais nada de importante para fazer, a não ser comentar o anúncio de uma candidatura.

16 de dezembro de 2008

Chanatos

A nova moda em manifestações de repúdio é atirar sapatos contra quem não se gosta. Se pega em Portugal, o nosso primeiro e a ministra da burrice vão ser os alvos de uma nova modalidade desportiva - lançamento de sapato. Mas para não gastarem muito dinheiro, arranjem uma alpercata igual à da fotografia.

15 de dezembro de 2008

É pressionar, senhores!

O ministro da colecta de impostos quer pressionar os bancos para que o dinheiro chegue às empresas. Pressionar como? Teixeira dos Santos pode pedir ao ministro da RTP para fazer trabalho subterrâneo; ele deve ter experiência na matéria das pressões.