12 de dezembro de 2008

O nosso primeiro-ministro é o maior!

Francisco Van Zeller disse que o nosso primeiro lhe garantiu que Portugal não entrava em recessão até ao fim de dezembro: porque Sócrates é que manda e se não fizerem o que ele quer começa aos gritos; deve ter telefonado lá para cima, a gritar que Portugal não entra em recessão. O nosso primeiro-ministro gosta muito de nós - por isso não quer a recessão até ao fim deste ano.

11 de dezembro de 2008

Falta de condições mentais de pensamento

O ministro Luís Amado anunciou que o governo português está disponível para "ajudar" os EUA a resolverem o problema de Guantanamo. Como? Recebendo detidos daquela prisão. Parece-me que vão ficar pior em Portugal: as nossas prisões ainda usam o balde para o pessoal cagar e mijar, num país europeu "civilizado", no século XXI. Em relação a Guantanamo, não melhora muito.

10 de dezembro de 2008

Guardar o lixo em casa? Talvez.

Com a greve dos trabalhadores do lixo da câmara de Lisboa, já tenho lixo até ao tecto, em casa. Disseram-nos para mantermos o lixo guardado, enquanto a greve não acaba. A continuar assim, vêm cá fazer uma inspecção sanitária, devido ao mau cheiro.

7 de dezembro de 2008

Baldas dos deputados

Os deputados do PSD baldaram-se ao parlamento, na 6.ª feira. E depois? Os deputados faltaram porque são funcionários públicos e estes têm sempre tolerância de ponto antes do fim-de-semana prolongado. Além disso, seguiram o conselho da polícia: sair cedo para efectur a viagem com menos trânsito e mais segurança.

5 de dezembro de 2008

Como fazer baixar o desemprego

Lembrei de uma ideia brilhante para o governo diminuir o desemprego: dar apoio à criação de galinhas para produção de ovos. Incentiva-se os alunos do ensino básico a amandarem ovos à ministra da burrice e será necessário aumentar a produção dos ovos. Em consequência, é preciso mais trabalhadores na área da avicultura e ainda será necessário tornar o pais num galinheiro gigante. Admitamos que já não falta muito para isso suceder.

4 de dezembro de 2008

Conversa fiada

Ontem, no parlamento, houve debate sobre os contentores em Alcântara. O deputado Ricardo Rodrigues do PS, disse a solução encontrada «é a que melhor serve o interesse público». Gosto desta justificação: penso que o deputado se enganou e queria dizer que serve o interesse privado de uma empresa. Afirmou ainda que «é mais eficaz e menos dispendiosa para o erário público». Pois é, o graveto não lhe sai do bolso, somos todos nós que vamos pagar; daí o ser mais barato. É mais barato por não ter concurso público, mas para a empresa que "ganhou" o concurso.

3 de dezembro de 2008

Greve dos professores

Hoje há greve de professores, depois de tanta agitação nas últimas semanas, relcionada com a avaliação. Eu penso saber porque o governo quer tantos contentores em Alcântara. Estão vocês a perguntar-se qual a ligação entre as duas coisas. Resposta: os contentores serviriam para mandar os sindicalistas para muito longe, onde não incomodassem o ministério da burrice. Nos desenhos animados do Garfield, é o que o gato faz ao Odie: empacota o cão e mete-o no correio para o Abu Dhabi.

2 de dezembro de 2008

Liberais de primeira apanha!

O BPP já foi salvo pelos messias da CGD (entre outro bancos): nomearam o novo presidente após a demissão de João Rendeiro. Depois do BPN, os salvadores do sistema financeiro português andam a agir em força a salvarem os bancos portugueses. José Berardo é que tem razão - a única coisa que o estado tem de fazer é salvar as poupanças das pessoas e o resto é responsabilidade dos administradores, que se governaram mal devem ser responsabilizados.
Ou muito me engano ou vamos ficar com pessoas ligadas ao PS a controlar a banca portuguesa - para não serem todos do PSD. Daqui a 2 anos vamos ver como está isto; quando forem as legislativas no ano que vem, vão sair vários ministros do governo PS e irão trabalhar para algum lado.

1 de dezembro de 2008

É Inverno, pá!

Depois da tempestade, a bonança. Já estou de volta após passar o fim-de-semana atolado em meio centímetro de neve. Acontece. Se os jornalistas portugueses vivessem na Rússia, não sei o que sucederia nas notícias, nem consigo imaginar o seu grau de histerismo.