31 de outubro de 2008

FELIZ SAMHAIN!

O Samhain é o fim do verão e o início do inverno, sendo a véspera do ano novo dos celtas. O gado é morto para a carne ser salgada, ficando pronta a ser comida nos meses de inverno que se seguem. Só espero que a ASAE não apareça por aqui. Outro nome para esta festa é Festim dos Mortos: os mortos são honrados e festejados como espíritos vivos dos amados e como guardas que seguram a raiz da sabedoria da tribo.

26 de outubro de 2008

A "entrevista" de Sócrates

Na conversa ao DN e TSF, o nosso primeiro afirmou que as infa-estruturas servem para criar postos de trabalho no curto prazo - entenda-se, antes das eleições do ano que vem, para nas legislativas sermos aldrabados com os 150 mil empregos criados.
Sobre as eleições, em geral, diz que é cedo para falar em cabeças de lista para as europeias, mais cedo ainda para falar no candidato presidencial do PS; que isso é pôr o carro à frente dos bois. Só não é cedo para dizer que a candidata desejada por ele para a câmara do Porto é Elisa Ferreira. Não precebi a coerência, nem é preciso, porque não existe. Sócrates pensa que Lisboa está ganha com António Costa e que com Elisa Ferreira ganha o Porto a Rui Rio e ao PSD.
Quanto ao resto do parlatório, o nosso primeiro tem a pose de mestre-escola: quando fala, acha que está a falar para miúdos de 10 anos, com estilo paternalista; só faltam as reguadas. Outro aspecto, é o facto de usar o desculpe e o repare: não percebi bem porquê. Parece que é para meter medo (só se for aos bichos); pode ser a mostrar enfado, por não gostar da pregunta.

24 de outubro de 2008

Aqui fica um cheirinho dos Murdering Tripping Blues. Amanhã, 25 de outubro, no Cabaret Maxime.

Mais propaganda socrática

No Jornal da Tarde de hoje, mais um momento "socrático" - directo do Tramagal, sobre o anúncio do investimento da Mitsubishi, com o valor fantástico de 20 milhões de euros.

Rol de calinadas na RTP

O José Rodrigues dos Santos é um grande cagão com a pronúncia do inglês, mas não sabe dizer Portsmouth com essa pronúncia.
Antes, no direito de antena da UGT, o locutor diz precaridade apesar de estar a ler e estar lá precariedade; eu ainda pensei que ele fosse dizer trabalhadores precaros.
Outra que eu não percebo, é por que razão dizem Shaktar Donetsk, quando o próprio Cherbakov (parece que é ucraniano) disse Shaktior.
No Jornal da Tarde, João Fernando Ramos disse os catalões.

O meu tacho

O sr. Murteira Nabo (com este nome devia dedicar-se à agricultura) diz que o tgv e o novo aeroporto de Lisboa são questões decisivas e que o tgv é estrutural; claro que é, é uma estrutura. O sr. Nabo tem é medo de perder o tacho ali para os lados da Galp.

A crise segundo a RTP

Uma pessoa que necessita de um segundo trabalho para complementar o parco salário (pensamos nós), é uma enfermeira reformada e o segundo trabalho é a pintura artística. O problema é que isto não ilustra a situação da maioria das pessoas que passam por dificuldades.

21 de outubro de 2008

Disparates

O ministro das obras privadas diz que as declarações de Manuela Ferreira Leite sobre as obras públicas são um disparate. Da boca do ministro é que não sai uma de jeito.
Eu ainda não consegui compreender porque as infra-estruturas são um meio de desenvolvimento do país - não criam emprego (só durante a construção e para os imigrantes). As auto-estradas desenvolvem o quê? O tgv desenvolve o quê? Expliquem-me como se eu fosse muito estúpido.

20 de outubro de 2008

Vamos de vento em popa até às eleições

O jornal da tarde da RTP continua em grande. A RTP Porto parece que criou uma nova editoria chamada governo PS (a RTP sempre na vanguarda da inovação jornalística); isto depois de ter criado uma editoria José Sócrates - cada vez que o primeiro ou um ministro vai a qualquer lado, está lá um jornalista da RTP a fazer um directo, sem interesse nenhum.

Perdemos dinheiro com a maior das latas

O fundo da segurança social perdeu mais de 3%, entre janeiro e setembro deste ano. Segundo o nosso primeiro, o mercado é um diabo, mas este fundo tem dinheiro nosso aplicado no diabo. É só coerência; estava o sr. Sócrates tão ofendido com o mercado.